Contrasp esclarece que sequestrador de ônibus no Rio não era vigilante

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Segurança Privada (Contrasp), entidade à qual o Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais é filiado, divulgou, nesta terça-feira (20), uma nota de repúdio à informação veiculada por alguns veículos de comunicação de que Willian Augusto da Silva, 20 anos,  responsável pelo sequestro de um ônibus na ponte Rio-Niterói, ocorrido na madrugada de hoje, exercia a profissão de vigilante.

Para a Contrasp, a afirmação é, no mínimo, irresponsável. Confira a nota:

"Esclarecemos que nossa honrada profissão é regida pela Lei 7.102/83 e fiscalizada pela Polícia Federal, oportunidade que, para exercer a profissão de forma legal, o cidadão tem que ser maior de 21 anos, realizar e ser aprovado no curso de qualificação em escola especializada e não possuir antecedentes criminais, além de passar por rigorosos testes psicotécnicos e obter autorização da Polícia Federal, através da CNV – Carteira Nacional do Vigilante.

A imprensa brasileira tem o infeliz e desqualificado hábito de confundir a segurança clandestina, onde não há fiscalização nenhuma e quase sempre é realizada por criminosos e milicianos, com a função do vigilante profissional, àqueles que esta Confederação orgulhosamente representa.

Tentamos combater a clandestinidade há anos, pois nosso segmento é de extrema importância para a sociedade, pois exercemos nossa atividade como um braço da segurança pública e nossos profissionais são qualificados e fiscalizados diuturnamente pela Polícia Federal.

Nos solidarizamos imensamente com as vítimas que ficaram em cárcere privado e viveram momentos de terror, bem como os familiares e a sociedade que sempre são vitimadas em episódios dessa magnitude, mas não permitiremos que crimes como esses e nem parte da imprensa manche a honra de nossa farda e nossa profissão. E por isso repudiamos a afirmação de que o suspeito era ou exercia a atividade de vigilante.

Brasília- DF, 20 de agosto de 2019.

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Segurança Privada (Contrasp)".

Fonte: Contrasp.

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