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Diretoria do Sindicato lamenta morte de vigilante e cobra providências das autoridades, empresas e contratantes

O Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais lamenta com profundo pesar a morte do companheiro vigilante Leonardo José Mendes, trabalhador na Esparta Seguraça, ocorrida nesta segunda-feira (10), na cidade de Santa Margarida, na Zona da Mata, no momento em que exercia sua atividade profissional.

Mais uma vez, vimos um trabalhador ser vítima da violência que avança em Minas Gerais e no País. Desta vez, um pai de família foi abatido em seu posto de serviço, sem qualquer chance de se defender diante de bandidos covardes.

Neste momento de tristeza, nos solidarizamos com seus parentes, amigos e colegas de trabalho. E pedimos às autoridades públicas que adotem as medidas necessárias para evitar que fatos como esses se repitam e continuem dilacerando famílias.

Enquanto percebemos o crescimento da violência, infelizmente, não vimos na mesma medida avanços nos investimentos e estruturação dos setores para que possamos prestar nossos serviços com segurança. Da mesma forma, não presenciamos investimentos na segurança pública - um policial militar, que de forma frágil tentou intervir no caso, também foi vítima dessa tragédia.

Por isso, reafirmamos a necessidade urgente de providências das autoridades responsáveis pelos investimentos na segurança pública para conter a violência na Capital e no interior do Estado.

Também cobramos dos contratantes dos serviços que reforçem suas estruturas para que nós, profissionais da segurança privada, tenhamos a segurança necessária para que possamos oferecer um serviço de qualidade. Para oferecermos segurança, precisamos estarmos seguros.

A diretoria do Sindicato garante à categoria que continuará lutando e debatendo esse tema de fundamental importância com os órgãos de segurança pública, os contratantes e as empresas de vigilância. É preciso que todos se preocupem cada vez mais com a segurança dos profissionais de segurança privada e façam sua parte para que fatos como esses não voltem a fazer novas vítimas.

A Diretoria