Prefeitura de BH decide fechar comércio a partir da próxima segunda-feira (11) para conter a Covid-19

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A Prefeitura de Belo Horizonte deverá fechar o comércio da cidade a partir da próxima segunda-feira (11), em mais uma tentativa de conter a transmissão do novo coronavírus (Covid-19).

Em  reunião do Comitê de Enfrentamento da Covid-19 em Belo Horizonte, na tarde desta quarta-feira (6), ficou decidido que apenas serviços essenciais poderão funcionar na capital mineira a partir de segunda-feira.

Nesta sexta-feira (8), o governo municipal deverá publicar um decreto com as regras que serão adotadas para conter a transmissão da Covid-19 na capital.

A medida foi adotada após a alta da transmissão do coronavírus nos últimos dias. A ocupação de leitos de UTI para Covid-19 atingiu patamar recorde, de 86,1%. No primeiro dia de dezembro de 2020, o nível do indicador estava em 39,1%, patamar verde, de mais baixo risco.

A transmissão do coronavírus voltou a atingir patamar amarelo do termômetro da Covid-19 elaborado pela Prefeitura de BH após as festas de fim de ano e o retorno de muitos belo-horizontinos de praias lotadas na última quinzena de dezembro.

Isolamento social

Belo Horizonte foi a primeira capital do Brasil a fechar o comércio, em 18 de março de 2020, para conter a Covid-19. Depois de 135 dias fechada, a capital foi reaberta parcialmente a partir de 31 de julho do ano passado, quando o prefeito começou a editar decretos que permitiram setores do comércio a voltarem gradualmente.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o prefeito de BH, Alexandre Kalil, confirmou o fechamento, e disse que Belo Horizonte "chegou ao limite".

"Eu vim comunicar hoje (..) que sexta-feira o decreto vai ser publicado e segunda-feira a cidade está fechada", afirmou Kalil.

O prefeito pediu "desculpas" à população, e disse não ter alternativa. "Eu mais uma vez peço desculpa, mas não tive outra alternativa. Não vamos fazer de Belo Horizonte um pandemônio porque nós estamos a dias da vacina e do fim dessa tragédia", declarou.

Conforme ele, apenas funcionarão praças públicas, o zoológico com sistema de agendamento de visitas e o serviço essencial. "Que Deus no dê mais um pouco de paciência para essa tragédia", concluiu.

Fonte: Imprensa do Sindicato, com informações de O Tempo.

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