Reforma da Previdência deixará brasileiros ainda mais vulneráveis e sem direito à aposentadoria

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Assim como a reforma trabalhista, a reforma da Previdência proposta pelo governo federal, se for aprovada pelo Congresso Nacional, deixará os brasileiros e brasileiras ainda mais vulneráveis e sem o direito à aposentadoria.

Todos serão prejudicados, trabalhadores da cidade, rurais, idosos em situação de miséria, mulheres, pessoas mais pobres. A reforma só não mexe nos privilégios do topo da pirâmide social.

Não é a primeira vez que o governo e a grande mídia, bancada por vultosas verbas publicitárias governamentais - somente o Programa do Ratinho (SBT) recebeu R$ 268 mil para defender a reforma previdenciária de 20 de fevereiro a 31 de março -, tentam enganar o povo brasileiro.

Com a reforma trabalhista, a promessa era de gerar mais de 8 milhões de empregos formais e, consequentemente, retomar o crescimento econômico. Mas, na prática, nada disso aconteceu.

Na verdade, a reforma trabalhista serviu apenas para atender à agenda de austeridade do neoliberalismo, deixando os trabalhadores e trabalhadoras fragilizados, sem segurança trabalhista e a população empobrecida, com salários ainda mais achatados em um país onde o custo de vida está cada dia maior.

A recessão continua e o desemprego não para de crescer. Mais de 13 milhões estão sem trabalho, sem contar com as mais de 24 milhões de pessoas subutilizadas ou em trabalho informal, sem garantia alguma.

É contra tudo isso que os brasileiros e brasileiras, em especial os trabalhadores e trabalhadoras, estão sendo convocados pelas centrais sindicais, sindicatos e entidades dos movimentos sociais e estudantis a cruzarem os braços nesta sexta-feira (14).

A greve geral é a resposta a todos os desmandos dos governantes irresponsáveis, que não estão nem aí para o povo. É uma forma de protestar contra todas essas mazelas e exigir daqueles que governam o país respeito e políticas públicas que, de fato, mudem a vida das pessoas para melhor. Basta de ataques e de retirada de direitos. Greve geral já!

Fonte: Imprensa do Sindicato.

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