Sindicato cobra melhoria das condições de trabalho para vigilantes que prestam serviços à Vale em Itabira

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O Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais cobra da SegurPro Vigilância a melhoria das condições de trabalho para os vigilantes que prestam serviços à companhia Vale, em Itabira.

Na última terça-feira (30), um vigilante da SegurPro foi vítima de roubo em plena luz do dia, quando fazia a vigilância da linha férrea Vitória/Minas, de propriedade da Vale, que corta o município.

Segundo o vigilante, de 33 anos, que trabalhava desarmado, ele foi abordado por dois homens, por volta do meio-dia, que anunciaram o assalto e levaram o colete balístico da empresa. Eles estavam de posse de uma arma de fogo e de uma faca.

Acionada, a Polícia Militar fez rastreamento e abordagem a suspeitos na região, mas os bandidos não foram localizados. Um deles já teria sido identificado.

Para o diretor do Sindicato na região, Agnélio Vieira, o vigilante foi vítima do descaso da SegurPro e da própria Vale, que têm deixado os trabalhadores à própria sorte.

"A Segur Pro tem colocado os vigilantes para tomar conta e fazerem vistorias nas linhas férreas da Vale, localizadas em bairros perigosos, muitas vezes, desarmados e sozinhos. Com isso, eles têm se tornado presas fáceis para a bandidagem, que anda armada e rende os vigilantes para roubarem rádios comunicadores e placas balísticas", constata.

Segundo o dirigente sindical, a economia feita pela contratante e aceita pela fornecedora, tem colocado em risco a própria vida dos vigilantes. "A SegurPro precisa armar o pessoal que trabalha para a Vale e aumentar o efetivo em locais de trabalho perigosos e de grande risco, para se evitar que o pior aconteça. Nesses lugares, além de trabalharem devidamente armados, os vigilantes devem atuar em dupla", cobra Agnélio Vieira.

Fonte: Imprensa do Sindicato. Foto: site Átila Lemos.

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