Sindicato engrossa a luta por mudanças na reforma da Previdência que beneficiem os vigilantes

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O Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais participou da reunião realizada na última quarta-feira (8), na Câmara dos Deputados, em Brasília, para tratar das questões referentes aos vigilantes na proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Na reunião, que reuniu dirigentes das principais entidades representativas dos vigilantes no país, dentre elas a Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada (Contrasp) e a Federação Interestadual dos Vigilantes (FITV), entidades às quais é filiado; e parlamentares, as entidades representativas dos vigilantes debateram uma série de alterações no projeto de reforma da Previdência.

"Da forma como foi apresentada pelo governo Bolsonaro, a reforma da Previdência, ao invés de cortar privilégios, acaba atacando os direitos dos trabalhadores e beneficiando ainda mais setores já privilegiados, como o dos banqueiros. Portanto, reivindicamos a retirada de itens prejudiciais aos trabalhadores, como a capitalização, e que os vigilantes tenham acesso à uma aposentadoria digna", explica o secretário-geral e vice-presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB Minas), Romualdo Alves Ribeiro, que representou o Sindicato na reunião.

"Da mesma forma que os policiais brasileiros, os agentes penitenciários ou socioeducativos e os guardas municipais, os vigilantes merecem uma aposentadoria à altura, pois são profissionais que arriscam suas vidas diariamente em prol da sociedade e em nome da segurança da população. Não podemos admitir que tenham que trabalhar até 65 ou 70 anos", justifica Romualdo.

Abaixo-assinado

As propostas das entidades foram reunidas pelo deputado federal Delegado Marcelo Freitas (PSL) em uma Emenda Aditiva à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 06/2019, também assinadas pelos deputados federais Delegado Pablo e Felício Laterça, que será encaminhada à Comissão Especial destinada a emitir parecer sobre a PEC.

"Para que emenda aditiva seja acolhida pela Comissão Especial,  precisamos coletar ao menos 180 assinaturas de deputados. Trabalho o qual já já demos início", informa Romualdo.

Segundo ele, em breve, o Sindicato realizará um encontro para esclarecer aos trabalhadores detalhes sobre a proposta de reforma da Previdência. A data do debate será divulgada no site e Facebook do Sindicato. Fique ligado e participe!

Fonte: Imprensa do Sindicato.

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