Sindicato repudia tragédia em São Paulo; situação nas escolas de Minas preocupa

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A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais lamenta a tragédia ocorrida nesta quarta-feira (13), num colégio em Suzano (SP), que resultou na morte de 10 pessoas e 23 feridos, e se solidariza com seus familiares e amigos.

Na ocasião, dois jovens encapuzados, identificados como Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, invadiram a Escola Estadual Professor Raul Brasil, cometeram a atrocidade e se mataram após a ação. Ainda não há informações sobre antecedentes criminais dos dois suspeitos.

O comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, Marcelo Salles, se surpreendeu com a quantidade de armas encontradas no local: um revólver calibre 38, quatro Jet Loaders para recarregamento, uma besta e um arco e flecha tradicional. A polícia também encontrou coquetéis molotov e artefatos semelhantes a explosivos em uma mochila. Além disso, um dos autores do crime tinha uma espécie de machado na cintura.

“Não tinha visto ocorrência com um artefato medieval desses, que é a besta, nos meus 34 anos de polícia. É algo totalmente imponderável. Um atentado de alguém que não tem o domínio de suas melhores faculdades mentais”, declarou Salles à imprensa.

Para o Sindicato, chama a atenção a facilidade com que os assassinos tiveram acesso às dependências da escola, cujo portão principal encontrava-se aberto. A inexistência de vigilância patrimonial no local também pode ter contribuído para agravar a situação.

Diante desse fato lamentável, que pode vitimar pessoas em quaisquer cidades, a diretoria do Sindicato acompanha com preocupação a intenção do governo de Minas de acabar com a presença de vigilantes nas escolas públicas estaduais.

No entendimento do Sindicato, ao contrário dessa medida, o governo deveria é se preocupar em melhorar a segurança nas escolas e lugares públicos, com a contratação de mais profissionais de vigilância privada e a ampliação do efetivo da Polícia Militar. Assim sendo, lutaremos para barrar essa intenção do governo e evitar que tragédias como essa ocorram em Minas.

Fonte: Imprensa do Sindicato.

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