Sindicato se reúne com senador pela suspensão das demissões de vigilantes da TBI de escolas estaduais

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A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais se reuniu, na última segunda-feira (8), com o senador Rodrigo Pacheco (DEM), em seu escritório, em Belo Horizonte. Participaram da reunião o presidente do Sindicato, Edilson Silva; o secretário-geral da entidade, Romualdo Alves Ribeiro; e a diretora Vera Gomes.

No encontro, os dirigentes sindicais pediram a intervenção do parlamentar para uma audiência com o governador do Estado, Romeu Zema (Novo), para tratar da situação dos vigilantes da TBI Segurança que prestam serviços em escolas da rede estadual de ensino, ameaçados de dispensa dos seus postos de trabalho pelo governo de Minas.

“Fomos prontamente atendidos pelo senador, que se solidarizou com o drama vivido pelos vigilantes da TBI e assumiu o compromisso de procurar o governador para que ele receba o Sindicato em audiência, tão logo retorne da viagem que faz ao exterior, para debater a medida que acaba com a vigilância nas escolas estaduais. No entendimento do senador, a segurança nas escolas não pode ser encarada apenas como uma despesa, mas, sobretudo, como uma necessidade”, informa Silva.

Apoio

A diretoria do Sindicato também tem mantido contatos com outros parlamentares e autoridades e atuado em todos os setores para que as escolas estaduais continuem contando com a segurança dos vigilantes e que os profissionais de vigilância tenham seus empregos preservados.

“Na última quarta-feira (3), nos reunimos com o chefe de Gabinete do governador, Gustavo Henrique Vieira. Na ocasião, reiteramos a importância de debatermos com a secretária de Estado de Educação, Julia Sant’Anna, e com o governador Zema a suspensão dessa medida unilateral do governo estadual, que prejudicará a mais de 650 trabalhadores e trabalhadoras, se for mantida, e vamos continuar aguardando a reunião, que já havia sido solicitada pela entidade, por meio de ofício, no dia 11 de março”, disse Romualdo.

“Vamos continuar lutando até que o governador revogue essa decisão e os vigilantes possam seguir em seus postos de trabalho garantindo a segurança nas escolas e a sua sobrevivência e de suas famílias”, acrescenta Vera.

Fonte: Imprensa do Sindicato.

 

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