SINDICATO DOS VIGILANTES DE MINAS GERAIS COMPLETA 39 ANOS DE ATUAÇÃO NA DEFESA DA CATEGORIA

No dia 1º de maio de 2026, o Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais completa 39 anos de reconhecimento oficial, tendo como marco a concessão da Carta Sindical, em 1º de maio de 1987

A data é uma homenagem à história da entidade, mas também um chamado à consciência da categoria: direitos, salários, benefícios e melhores condições de trabalho só se mantêm com organização, participação e representação forte.

Uma história construída pelos trabalhadores

A origem do Sindicato vem da organização dos vigilantes no fim da década de 1970, ainda durante a Ditadura Militar, quando a categoria buscava representação própria para enfrentar abusos, melhorar condições de trabalho e conquistar respeito profissional.

Antes da criação formal do Sindicato, associações de vigilantes ajudaram a abrir esse caminho em Minas Gerais. Esse processo de mobilização resultou na construção de uma entidade própria para representar os trabalhadores da segurança privada no estado.

Desde então, o Sindicato se consolidou como instrumento de defesa coletiva da categoria.

Conquistas que fazem diferença na vida do trabalhador

Ao longo de quase quatro décadas, a atuação sindical contribuiu para garantir e preservar direitos importantes para os vigilantes e demais trabalhadores representados, como:

  • piso salarial da categoria;
  • adicional de periculosidade de 30%;
  • tíquete-refeição;
  • cesta básica;
  • plano de saúde;
  • plano odontológico;
  • adicional noturno de 40%;
  • hora extra com adicional de 60%;
  • cláusulas de proteção na Convenção Coletiva de Trabalho.

Esses direitos significam renda, segurança, atendimento, alimentação, proteção e mais respeito no local de trabalho.

E precisam ser defendidos todos os anos.

O Sindicato atua onde o problema acontece

A defesa da categoria vai muito além da campanha salarial.

O Sindicato atua no dia a dia: fiscaliza o cumprimento da Convenção Coletiva, cobra empresas, fiscaliza eventos e postos de trabalho, denuncia irregularidades, combate a vigilância clandestina, acompanha licitações e editais, defende postos de trabalho, orienta trabalhadores e leva informação pelos seus canais oficiais.

Esse trabalho é necessário porque muitos ataques aos direitos começam de forma silenciosa: em contratos mal feitos, empresas irregulares, tentativas de descumprir a CCT ou substituir vigilantes por funções precarizadas.

Quando o Sindicato atua, ele não defende apenas o trabalhador. Defende a profissão.

Novos desafios exigem categoria organizada

A segurança privada passa por mudanças importantes.

A regulamentação do Estatuto da Segurança Privada, a luta pelo retorno da aposentadoria especial dos vigilantes, o combate à clandestinidade, a valorização profissional e o avanço da segurança eletrônica exigem atenção permanente.

Em agosto de 2025, o Sindicato também passou a representar trabalhadores da segurança privada eletrônica, monitoramento eletrônico e funções relacionadas ao setor.

Essa ampliação mostra que a entidade acompanha as transformações e a evolução da segurança privada, sem abrir mão do compromisso principal: proteger os trabalhadores.

Valorizar o Sindicato é fortalecer a categoria

Uma categoria forte não se faz apenas pelo número de trabalhadores. Ela se constrói com participação, unidade e organização.

Quando o trabalhador participa, acompanha as informações, comparece às assembleias e fortalece sua representação, a categoria ganha mais força para negociar, cobrar e avançar.

Ao completar 39 anos, o Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais reafirma seu compromisso com a defesa dos trabalhadores, a valorização da profissão e a luta por respeito, dignidade e melhores condições de trabalho.

Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais:
39 anos de história, presença e atuação
na defesa de quem protege Minas Gerais


DATA: 01/05/2026
FONTE: Imprensa do Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais

Sindicato dos Empregados das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado de Minas Gerais
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